Sonhando

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quando inda pequena ,Eduarda já havia despertado o prazer de sonhar ,muitos achavam estranho pois ficava horas parada apenas sonhando,para muitos não passava de uma criança doente.Eduarda vivia sonhando,sonhava acordada ,sentada,no banho,sonhando vivia.Muitas pessoas não notavam sua presença pois era muito quieta,carregava em seu rosto uma das coisas mais bonitas um lindo sorriso doce e olhos pretos brilhosos.

Não era criança de muitas palavras,pouco falava apenas sonhava e sorria,mas que mal haveria em sonhar ?mas seus pais achavam estranho o modo em que ela  vivia assim  seguindo conselhos de amigos os pais levaram-na ao Dr. psicólogo ,mas nada adiantou.

Ela gostava de viver assim,em um mundo em que ela podia dominar,dar pausa ou dar play a qualquer momento,muitas vezes passava horas em sua cama,sem comer,sem ter a presença do sol em sua pele clara e branca.Na verdade Eduarda simplesmente não sabia dizer como entrara nesse eterna viagem,nesse imenso horizonte.

Era capaz de sonhar qualquer coisa,momentos que já havia vivido e queria dar um final diferente ou algo que gostaria que acontecesse,mas ela não possuía uma vida alem do quarto,não sabia dizer como era lá fora,como são os pássaros e que cor é o céu.

Mas em  um certo dia observou algo muito inerte em seu quarto,mas não sabia descrever o que era...foi quando chegou mais perto e pode ver melhor,era seu corpo !

Mas que importância isso poderia ter ? estava feliz,morreu deitada como seu belo sorriso no rosto e mais uma vez sonhando.

Foi assim que a pequena sonhadora partiu.....

SONHANDO.



Paloma Crisostomo  
RA: 5870143

Música




Meu nome é Natalia, tenho 26 anos e moro em um bairro da Zona Sul com minha mãe e meu irmão.

Meu contato com a música surgiu ainda na minha infância, minha mãe sempre arrumava a casa com o som bem alto, ouvindo cantores marcantes como Barry White, Michael Jackson, Frank Sinatra, etc.

A partir daí fui crescendo e criando a minha identidade, queria mostrar a todos o que sabia e aprendia, foi quando decidi a minha profissão o Jornalismo.

Percebi que os dois juntos formavam uma dupla e tanto, a música é uma forma de expressão, informação, uma mistura de sentimentos traduzidos em notas, ritmos, harmonia, e o jornalismo por sua vez não é diferente, através da escrita nos leva a sentimentos como pena, raiva, amor, compaixão, aprendemos coisas e lemos coisas que acreditamos e idealizamos.




Natalia Aida Elisiario Silva

Autorretrato

     Ao nascer, fui escolher a fantasia. Bailarina? Bruxa? Princesa? "Já sei! Princesa!", pensei. "Vou deixar para vestir mais tarde".

     Quando acertava, ganhava uma parte da fantasia. A cada erro, ele ainda continuava lá, mas eu não percebia. 

     Mas é como dizem, um diamante só pode ser lapidado por outro diamante. Uma pessoa só pode ser lapidada por outra pessoa. E foram muitos que me lapidaram e muitos outros serão. Com um sorriso, um carinho, ou melhor, com uma palavra ríspida.

     "Como é uma princesa, não perde a pose", dizem os deuses. "Vai ser feliz, mas antes vai aprender a ser forte", completaram.

     Com o tempo, aprendi. E a cada dia, coloco um pedaço daquela fantasia. Um amigo a mais, um sorriso e um "eu te amo".

     Quero morrer assim: uma princesa. Mas não pela riqueza de fora e sim com ouro no coração.

Debora Souza
RA: 6033098
Jornalismo - noturno

RITINHA – LEMBRANÇAS DE NATAL


Era setembro ainda, mas vovó já havia começado a preparação para as comemorações natalinas. E eu precisava decorar todo o trecho da linda história que vovô contava nesta época.
E como eu amo memorizar monólogos, diálogos e trechos inteiros.
Esta tradição que foi me imposta, segue desde a tenra idade; Mas nos últimos meses do ano, essa tarefa tornara urgente e massiva,
e com toda razão, pois o natal já estava próximo e não deveríamos cometer fiasco, no dia da grande festa!
A vovó arrumando um palco bem lindo e colorido, em nosso quintal. Curiosa como sou, resolvi mexer onde não deveria... aquelas luzes tão fortes e coloridas, me chamaram a atenção.
Então quis saber como funcionavam tudo aquilo, coloquei meu dedo em uma tomada, nossa senti um violento puxão para trás, e ali no chão, caída com uma forte dor de cabeça eu fiquei.
Levantei assustada para ver quem estava ali comigo. E pra minha surpresa!! Não havia ninguém, levei um choque fortíssimo que poderia ter acabado com minha vida.
Corri rápido pra contar o que acontecera para a vovó, e não a encontrei dentro de casa.
Voltei para o quintal, procurei por traz das lonas, e lá estava ela, caída! Vovó, vovó, gritei eu...
Vovó estava caída naquele chão molhado e com um monte de fios enrolados em seu corpo.
Meus Deus !!! Foi minha culpa, eu mexi na eletricidade, acabei ligando onde estava desligado,
Apertei um botão sem querer... mas o que eu fiz?
Vovó estava emendando um fio que seria o ponto principal de nosso palco. Eu matei minha querida vovó!! Eu matei minha vovó!! E agora como vai ser minha vida? E agora como será o meu natal sem a minha vovó? Todos sofremos muito com a perda da vovó, no cemitério vovô me chamou do lado e me disse: Ritinha, não fica triste, sua avó morreria de vergonha se visse todos nos triste aqui nesta época tão valiosa.
Faltando apenas um mês para o natal, vovô se fortaleceu e disse: A tristeza não tomará conta dos nossos corações neste natal!!!
Temos dores, problemas, dificuldades, percas, mas estamos vivos, e temos que nos alegrar para alegrar a muitos corações que estão sem esperança na vida!!!
Ritinha minha querida netinha, esse era o desejo da sua avó, e nos vamos realiza-los.
Meu avô avia me perdoado, ele não me tratou mal, me tratou com muito amor e carinho. Por este motivo, com muita alegria no coração, me esforçarei para me sair muito bem em todas as minhas atuações e realidade.

LEMBRANÇA DE NATAL que me acompanham .
Das lembranças mais remotas de meus natais, sobraram alguns retalhos mais marcantes:
As comemorações natalinas em meu lar, onde eu e minha irmã declamamos pequenos diálogos escritos por nossa mãe, poesias e músicas composta pelo nosso pai.
O almoço mais elaborado com carnes deliciosas e os bolos e guloseimas que recebíamos, nos saquinhos de papel de crepom, distribuídos na noite anterior na festa, na grande festa preparada e comandada pela vovó.
LEMBRANÇAS DE NATAL
São retalhos de cenas longuinquar que permaneceram em minha memória.
Sei que nenhuma criança que participarem deste ritual, poderá pelo resto de suas vidas, esquecer o verdadeiro sentido do natal...
JESUS nasceu!!!
A esperança que se concretiza
O Libertador dos cativos chegou!!
Amor, carinho, paz, dedicação, perdão, união e familia.
Minha vó deixou muitos retalhos e saudades
Retalhos que tem que ser emendados durante o ano inteiro, de janeiro a dezembro!!

A loira do banheiro

domingo, 21 de outubro de 2012


Circulava nas escolas, uma história, aliás, uma lenda, sobre uma mulher loira, vestida de branco, que aparecia quando "evocada" nos sanitários. Era a loira do banheiro. Mas, para se ter a honra (ou não) de vê-la, deveria se seguir um ritual que consistia em: se dirigir sempre ao último sanitário, chamá-la por 3 vezes dizendo "Loira do banheiro, Loira do banheiro", acionar a descarga por 3 vezes, fechar a porta e esperar. Feito isso, era só abrir a porta, e conferir se ela atendeu ao seu chamado.
Daniel, era um dos alunos da escola, que sempre ouvia a tal  história do fantasma loiro, mais que duvidava cegamente da sua existência. 
Porém, um dia, foi desafiado por um amigo a verificar se a lenda era verdadeira ou não.
Pois bem, desafio aceito, seguiu rumo ao banheiro, confiante, imponente, e com aquela dose de adrenalina que o fazia sentir vivo.
Chegou a porta do banheiro, e viu logo atrás de si, um pequeno grupo que se formara, curioso sobre o desfecho da história.
Sem hesitar, adentrou o lugar, se dirigiu até o ponto exato e iniciou o ritual. Fechou a porta e esperou. Esperou mais um pouco, e nada. Até que ouviu um barulho, e sentiu como que seu coração fosse sair pela boca. Pensou se saia ou não. O medo que sentia naquele momento, só não era maior do que a curiosidade que tinha. Decidiu então sair.
Abriu a porta lentamente, e seus olhos não acreditavam no que viam, era ela, a famosa loira do banheiro na sua frente. Porém, algo o intrigava. Ao vê-la, reparou que seus olhos pareciam assustados tanto quanto os deles, e tirando força de não se sabe onde, decidiu perguntar:
- Quem é você? É real? O que faz aqui?
E para sua surpresa, veio a resposta:
- Claro que sou real, menino. Larga de ser besta. Sou Romilda, cuido da parte da limpeza da escola. Eu , hein, até parece que viu fantasma. 


Thiago Barreto Mendes
RA: 6053394
Jornalismo - Noturno
Sala 201B

O Prazer da Música




O dia era 9 de setembro de 2011, uma noite perfeita e fria, a saída do bairro da Vila Olímpia às 23:45 horas anunciavam a chegada de um dia, mais precisamente “O DIA”, em que um jovem fã de uma banda em especial iria viver um dos momentos mais esperados da sua vida.Ver sua banda favorita.
Pegou um táxi e disse para o motorista –Para a Arena Anhembi o mais rápido possível! O custo de cinquenta reais pela corrida pouco lhe importava, já passara da meia noite e os relógios das avenidas paulistanas que os acompanhavam durante o caminho anunciavam o dia 10 de setembro, em vinte e cinco minutos eles estavam lá na fila do que seria um dos maiores acontecimentos da vida deste jovem. O show estava previsto para começar por volta das 22:00 horas, ele havia chegado por volta de 00:25 horas e a noite seria longa e a ansiedade o consumia, aconchegou-se ali por uma calçada, que tinha barro e ervas daninhas além de papéis, com ele estava um amigo e outras pessoas que também estavam passando a noite na fila aguardando a abertura dos portões para garantir os melhores lugares , o rapaz deitou-se sobre a calçada e ali mesmo  enrolado em sua blusa adormeceu encostado sobre o alambrado da Arena Anhembi.
Ao raiar o sol o jovem acordou, levantou-se e foi em busca de algum estabelecimento para tomar um café e passar uma água em seu rosto, a noite havia sido fria e com muitos pernilongos e insetos atormentando, mas para ele o sacrifício seria recompensado, ao voltar encontrou com outros amigos e seu irmão e falou da experiência de ter dormido na rua dizendo: - Só pelo Judas Priest para eu fazer isso, nunca mais sofro desse jeito, foi horrível!
O relógio marcava 15h30min horas, e os portões abriram, ele era um dos primeiros da fila junto de seus amigos, logo que entrou correu como se refugiasse de um tiroteio e escolheram os seus lugares sobre a grade na beira do palco e dali só sairiam ao término da apresentação. A alegria estava estampada no seu rosto, o palco estava sendo preparado pelos “Roads” da banda e ele só admirava os preparativos para o maior espetáculo que ele veria.
E então após longas 22 horas os preparativos finais haviam sido feitos e um manto levando o nome da turnê da banda intitulada “EPITATH” cobrirá o palco, e o jovem mal podia se conter, pois a ansiedade o consumia, ao fundo a música “War Pigs” da banda Black Sabbath ditava a trilha sonora deste momento, ao término da música a introdução soava por toda a arena, Battle Hymn do disco “Painkiller” anunciava o momento mais esperado da noite, a bateria introduziu a música de abertura, e soou por toda arena Anhembi os primeiros acordes de “Rapid Fire” o manto que cobria o palco caiu e lá estavam Rob Halford, Glenn Tipton, Ian Hill, Scott Travis e Richie Faulkner, o JUDAS PRIEST os seus maiores ídolos da música. O rapaz não conseguiu segurar as lágrimas que logo corriam pelo seu rosto e o sorriso estampava sua face, se emocionou do inicio ao fim do show, que ao final teve uma surpresa tendo Glenn Tipton seu guitarrista favorito descendo do palco e entregando-lhe uma palheta autografada pessoalmente junto com um comprimento e tendo o mesmo agradecendo a presença do jovem por estar ali.
Foi o melhor dia da vida dele como fã de música, uma data que jamais sairá de sua mente e irá ser relembrada por toda a trajetória da sua vida; este jovem sou eu Bruno da Silva Ferreira, fã de Heavy Metal, fã de JUDAS PRIEST! Louco, fanático, exagerado e todos os adjetivos relacionados à loucura que quiserem empregar a ele, mas um louco que não troca esse estilo de vida por nada e que faria uma, duas, três, quinze, quinhentas vezes isso tudo para repetir esse dia. E como diria Rob Halford em “Heading Out To The Highway”, I got nothin’ to lose at all! 






Bruno da Silva Ferreira
Jornalismo!
RA:5811796

Prematura


Ao nascer não nasci,

Em vida uterina estava

Não ria nem chorava

Mais de tudo já sabia.

Ao médico ia de três em

três dias, para constatar

que tudo certo estava.

Ele falava: ela pode ter

dificuldades para crescer,

desenvolver e até entender.

Mas previsões falharam, os médicos

erraram, constatei que a vontade

mais forte é a que prevalece,

que no meu caso foi a de viver...

Quero morrer de alegria

Só após ter abraço o mundo

E só.

Gabriela Vallim
RA: 6052078
Sala 201B
Jornalismo - Noturno

Jornalismo Fiam - Redação e Expressão Oral I

Espaço reservado aos alunos de Comunição Social - Jornalismo FIAMFAAM. Turma de 2012. Unidade Liberdade - Brigadeiro. SALA 201B - noturno.

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